Li um artigo bem interessante sobre gostar ou não gostar dos famosos “grupos de mães”. Na época das nossas mães e avós, dizia-se que precisava-se de uma aldeia para criar uma criança, contava-se com familiares, amigos próximos e vizinhos, todos se ajudavam e criavam a criançada, mas hoje não se vê mais este tipo de “aldeia” em todas as cidades e em todas as familias, e mais e mais nós mães recorremos aos “grupos de mães”.
Os grupos de mãe podem ser cara a cara, com a turminha do cursinho pré-natal ou do parquinho, por exemplo, ou o grupinho pode existir na web, como em grupos de mães no Facebook, or exemplo. Eu ainda acrescentaria mais um grupo, o grupo do “drop off”, que é o grupo do qual faço parte hoje.
Não tive a experiênca de fazer parte de um grupo de mães na gravidez ou quando Bella era bebê, não tive a chance de fazer curso pré-natal e quando minha filha era bebezinha não saía muito de casa, e meu grupo de amigas era de amigas próximas, amigas antes de sermos mães, não uma turma que não se conhecia e veio a se conhecer através do filho, sacaram? Mas hoje faço parte de uma turma mais relaxada, uma turma menos encanada, a turma do “drop off”!
Quando grávida  ou recém mãe, temos todos aqueles medos e inseguranças típicos de mães de primeira viagem – que atire a primeira pedra quem não se sentia assim? Mas depois do filho mais crescido, você chuta o balde e começa a fazer piada de si mesma e a rir com outros pais sobre as maravilhas e infortúnios da maternidade.
Todos os dias as 8:45 da manhã e as 2:50 da tarde, me encontro na porta da escola da minha filha com mães e pais de seus coleguinhas. Alguns buscam seus filhos sozinhos, como eu,  já outros levam seus outros filhos ou cachorros – e lá ficamos tricotando sobre a semana das crianças e todas as coisas fofas, engraçadas e inusitadas que elas fazem.
Nesta fase da vida dos nossos filhos, aquela competição chata e desnecessária dos tempos de primeira infãncia já acabou, estamos todos no mesmo barco, ou seja, somos sobreviventes das noites mal dormidas, das comparações e de todos os primeiros passos do seu filho. Sobrevivemos a parte mais complicada e estamos velejando em águas calmas, para recuperarmos o fôlego para quando a fase da pré-adolescência chegar. É interessante ver como a experiência traz tranquilidade e problemas como mal criação e ….cof cof cof…piolho, já não são mais motivo de vergonha, é o que é e acabou.
 Estou amando esta fase que minha filha está e estas amizades de porta de escola que tenho agora, é uma fase bem descontraída e divertida, não posso reclamar!
E vocês?
Qual grupo de mães curtiu mais?

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