Ou ao menos, o que NAO comprar para o closet da minha filha.

Quando voce eh mae, aprende o que funciona ou nao para voce, para sua familia, para seus filhos. No inicio voce nao sabe nada e acaba comprando o que ouve falar, o que os familiares e revistas recomendam, e depois mal usa. Isso vale para tudo.
Aprendi um ensinamento importante:
Nao compre roupas que seu filho nao usara.
Tao facil, ne?
Tao dificil de por em pratica.
Estes dias disse para minha mae: ” Nunca mais comprarei camiseta para minha filha”, simplesmente pois ela se recusa a vestir camiseta.
So vestido!
Ne ouse propor uma camiseta, o stress sera tao grande que nem vale a pena o desgaste. Mas ai me pergunto, porque mesmo eu insisto em comprar camisetas para ela? Gasto e ela nao usa, dai doo camisetas lindas e novas em folha, algumas usadas apenas uma vez.
Compro vestidinhos basicos de algodao para ela usar no dia a dia, de manga cavada ou manga curta, e assim passamos o ano inteiro. No outono e inverno ela concorda em usar uma camisetinha basica de manga longa por baixo, e uma legging com tenis ou sapatinho.
Agora poderei economizar bastante com seu guarda roupa, pois ja sei o que nao devo comprar. 
Nada de camiseta.
Nem de shorts.
Nem de bermuda.
Nem de saia.
So vestido.
Legging.
Camiseta de manga longa para o frio.
Gosto eh gosto e se ela quer assim, que seja.
E o seu filho?
Tem alguma peca de roupa que se recuse a usar?

1 Comment on Closet de filho: o que nao comprar

  1. Anonymous
    08/08/2014 at 5:46 pm (3 years ago)

    Oi Rita…

    Gosto muito do seu blog. Muito mesmo.

    Além da forma direta e simples que escreve (como se estivesse conversando), compactuo, em regra, de diversos posicionamentos seus na maneira de tratar as multifases vividas por uma criança.

    Sabe por quê? É que, geralmente, você trata o que seria difícil com um olhar positivo e amoroso.

    Um exemplo claro é o post de hoje. Você observou que sua filha não gosta de SHORTS, CAMISETAS, BERMUDAS, nem SAIAS.

    Ao invés, de arrancar os cabelos, se lamuriar ou, pior, simplesmente recrimina-la e taxa-la disto ou daquilo, decidiu que compraria o que ela gosta. Pueril, assim.

    Gosto muito desta leveza, que credito que seja amor. Parabéns!

    Convivo com pessoas e, até já fiz, atos no sentido de reprimir o que não se gosta nos filhos. Na situação relatada no texto acima, muitas mães terminariam por obrigar/castigar os filhos para vestirem o que elas gostam e compraram, na justificativa de que gastaram o dinheiro delas com aquilo e eles não souberam dar valor.

    Terrível, não é?! Mas tenho observado que, aqui, no Brasil, nesta geração atual de pais entre 25-35 anos, o egoísmo (só pensar em si) e o egocentrismo (tudo girar em torno de si) tem imperado. Implica-se e irrita-se os filhos por nada, obrigada! Se eles não concordam, são manhosos, zangados, autoritários… Sei lá.

    Obrigada por trazer uma visão diferente, sensível e cheia de amor, olhando-se para a criança. Adorei!

    Lá em casa, a Gabi (que tem 4 anos) adora conjuntinhos.

    Estamos começando a usar saias e calças. Ela tem gostado de tudo. Posso até dizer que não temos muito problema com roupas (de fantasias a vestidos de festa, topasse tudo!). Mas, prender ou arrumar os cabelos, aí, é outra história. Por ela, viveria com o cabelo solto, no melhor estilo Merida (Valente ou Brave).

    No mais, acompanho suas dicas de alimentação e sobre brinquedos (foi pesquisando este assunto que conheci seu blog).

    Até a próxima. Daniela.

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