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Este foi sem dúvida alguma o post mais difícil que já escrevi em mais de 2 anos de blog.

Escrevo ou não escrevo?
Escrevo e depois apago.
Apaguei umas 10 vezes.
Cá estou eu escrevendo de novo.
E agora vai.
Mas por quê escrevo? Porquê sei que existem milhares de outras mães mundo afora com os mesmos sentimentos que eu. Só por isso.
Sempre imaginei minha vida estando casada, sendo mãe, com dois filhos, cachorro, uma casa, um trabalho que me permitisse fazer minha graninha mas também poder aproveitar o meu papel de mãe. Tudo foi realizado exatamente como eu sonhei, exceto uma coisa.
Um dos maiores desafios da nossa vida é entender que não temos controle sob todas as coisas, que primeiramente temos a sorte de estarmos vivos hoje, com sorte com saúde, e a partir daí tudo é um ponto de interrogação. Não temos certeza absoluta sobre abolutamente nada nesta vida, muito menos sobre coisas que fogem ao nosso controle. Se você acredita em Deus, poderá argumentar que ele já traçou o seu caminho e está sob o comando de tudo, se você não acredita, dirá que as vezes as coisas não seguem o rumo que você deseja, simples assim.
É justo?
Não.
E pronto.
O mês de novembro foi muito difícil para mim, passei dias, semanas, refletindo sobre um assunto que só cabia a mim. A mais ninguém e cheguei a conclusão que tinha sido a primeira vez na minha vida em que eu tive que tomar uma decisão deste porte….sozinha. Me senti sozinha de verdade, e dentro da minha solidão pensei muito, chorei muito, por achar que este aspecto da minha vida não era justo, e por isso mesmo…eu chorei. Faz bem para a alma nestes momentos importantes da vida. E no final de novembro eu juntei a coragem que consegui depois de um mês de reflexão e fui conversar com o marido.
O plano que nós tínhamos acabaria ali, naquele momento, depois de 30 dias de reflexão. Como sempre, ele não me decepcionou, aceitou, argumentou a meu favor que tudo o que eu tinha refletido estava certo e que embora o plano houvesse morrido ali, a vida continuaria.
Bella seria filha única.
Pronto, falei.
É meio complicado para mim falar isso em voz alta ainda, pois vai contra tudo o que eu achei que aconteceria conosco, meus planos de uma vida inteira.
Depois daquela conversa com ele, porém, minha vida mudou completamente. Interessante isso, pois no momento em que a decisão foi tomada, sacramentada ao contar para ele, toda a angústia que eu sentia, acabou. Passou.
Por que a decisão foi tomada?
Questões médicas, minhas. Questões sérias.
Perigo de uma nova prematuridade também, além de tudo.
Medo de tentar dar um companheiro para a minha filha, e depois exigir que se o pior acontecesse, fazer com que ela mudasse os planos de vida dela, para arcar com aquela responsabilidade.
Não entrarei em detalhes médicos aqui, do porque da minha decisão, pois este não é o objetivo deste texto, pois o objetivo deste texto é outro.
Quando ouve-se falar em filhos únicos, pega-se as pedras e já começa-se a jogar. Criticando o egoísmo dos pais, ficando com pena daquela criança que crescerá “sozinha”. Não gosto disso. Li um livro muito interessante a respeito, de uma autora filha única, mãe de uma filha única, ou seja, ela sentiu na pele os dois lados da moeda. O livro é absolutamente fantástico e esclarecedor, traz uma série de questões históricas e científicas que dizem respeito ao filho único e a maneira como a sociedade o enxerga. A minha citação favorita do livro e que retrata bem esta questão é:
” A sociedade aceita quem não tem filhos e quem tem mais de um filho….não aceita apenas um filho.”
Pô, peraí!
Minha filha não é apenas nada, minha filha é o máximo! Minha filha quebrou todas os preconceitos que eu tinha com relação a filhos únicos. Vale dizer aqui, preconceitos que a gente tem sem querer, sem jamais ter pensado de fato sobre o assunto.
Ela é a criança mais educada que eu já conheci, e eu conheco vááárias. 
Ela não é mimada.
Ela não dá piti porque quer suas vontades atendidas.
Ela ouve um não e argumenta, mas jamais nos mostra uma personalidade chata e egocêntrica.
Ela divide seus brinquedos e atenção sem problema.
Ela é extremamente social, brinca com todos, conversa com desconhecidos, não tem medo de nada.
Ela faz amigos em absolutamente qualquer lugar que for, até na fila do mercadinho por 2 minutos, olho para trás e está conversando com um senhor de idade ou uma outra criança.
Ela sabe brincar sozinha mas também sabe brincar com os outros.
Ela não tenta chamar a atenção, pois ela sabe que seus pais e amam e estão sempre presentes.
Ela é uma menina de 4 anos muito bem resolvida para quem poderia ser categorizada como “filha única”, de maneira pejorativa e negativa.
Engraçado como depois de tomar a minha decisão, comecei a procurar na minha vida os filhos únicos que tinha a minha volta, e então percebi que eles foram, desde criança, pessoas ajustadas e amadas e cresceram para hoje se tornarem pessoas bem resolvidas, felizes e com sucesso em suas carreiras. O que me faz pensar que o preconceito é puramente dos terceiros que jamais pensaram a fundo a respeito. Poderia listar um número enorme de crianças, e adultos, mal criados, pouco ajustados, sem respeito ao próximo e plenamente chatos….todos com irmãos. Então existe uma tênue linha entre o que é comportamento de uma criança que cresce sem irmãos e o comportamento de crianças que crescem com irmãos mas que nem por isso são melhor ajustadas.
Isso não elimina o fato de que nós pais temos geralmente o seguinte em mente ao dar um irmão para nossos filhos: queremos dar um irmão de presente para nossos filhos. Era isso que eu queria ao menos. Gostaria que minha menina crescesse com companhia, com irmãos, assim como eu cresci, mas daí vem outra questão levantada pelo livro: o que é a vontade real dos pais em terem um outro filho verso a vontade de dar um irmão para o filho já existente? Fiquei pensando e ainda não cheguei a conclusão alguma.
Agora olhando em retrospecto, fico me perguntando por que eu não tive invejinha (boa) das amigas quando engravidaram depois que eu tive a minha filha. Antes de tê-la, via grávidas na rua e ficava em polvorosa, mas hoje não. Onde estava aquela vontadeeeeeee de engravidar? Será que era um sinal de que eu não queria ter outro filho? Digo, a vontade de dar um irmão para a Bella sempre existiu, mas a MINHA vontade de ter outro bebê….assim como eu tive quando engravidei na primeira vez?
Hum, não sei.
Hoje eu consigo ver este assunto de maneira mais racional, sem aquela dose de emoção que as vezes cega nossos pensamentos. Consigo perceber coisas que talvez tenham sido sinais de que um não era pouco, de que um era o ideal para a nossa família. Nunca canso de dizer que atualmente, família é o que a gente deseja e constrói, seja sem filhos, com 1 filho, com 5 filhos. Pai e mãe, mãe e mãe, pai e pai, temos hoje a liberdade de construir a família que quisermos e esta decisão tem que ser respeitada. Sem filhos e um filho não é pouco, quem falou que 2 é bom e 3 é demais? Há que sonhe com 3 filhos, e daí? Tá errado? Não, assim como eu hoje vim aceitar  e entender que um não é pouco.
Ela poderá não ter irmãos, mas terá uma vida cheia de amigos que serão sua família. Tem seus pais que a amam tanto aqui no Canadá, tem a sua família no Brasil, logo logo terá seus coleguinhas de escola, que crescerão com ela até ela se formar no segundo grau. Terá uma casa sempre cheia de amigos, terá sempre um cachorro e um gatinho para curtir, jamais terá uma vida solitária, uma casa silenciosa. Nós proporcionaremos a ela a vida mais linda e rica que ela tem direito.
Olho para a minha menina tão linda, amada, inteligente, e não aceito pensar que ela não nos completa. Completa sim, e muito. Quando lutamos tanto para salvar aquela bebezinha, era para vê-la como ela é hoje, cheia de vida e muito amada. Já tivemos o nosso milagre e penso que arriscar o que temos hoje para tentar outro milagre pode ser um risco alto demais para nós, como pais, e principalmente para ela, para seu futuro.
Não digo nunca, mas sei lá, vá saber o que o destino nos guardará, quem sabe daqui uns anos tenhamos condições financeiras de adotar uma criança, que seria tão amada quanto a nossa, mas eu tive que tomar uma decisão lá em novembro, e ela foi tomada. Daqui alguns anos poderemos tomar outra decisão que aumente nossa família por outros meios, mas é uma coisa incerta, que será pensada somente lá na frente e talvez, nunca aconteça. A decisão de hoje, porém, está tomada.

Quando me pego pensando nesta decisão, sinto uma paz muito grande, uma sensação muito “adulta” de que a decisão certa foi tomara: para mim, para minha filha, para meu marido, para nossa família. Não foi uma decisão fácil, assim como não são as decisões que outras famílias tomam de parar no primeiro.

Este texto é dedicado a todas as famílias que por um motivo ou outro, não importa qual forem, tiveram apenas um filho.  Ter um filho é a coisa mais mágica do mundo, eu acredito que é sim o maior amor, o único incondicional, que você terá na sua vida, portanto taxá-lo de apenas, é inaceitável.
Com amor,
Rita

26 Comments on Um não é pouco

  1. Juliana
    05/02/2014 at 10:54 am (4 years ago)

    Nossa eu adorei esse post, tudo que eu precisava.
    Ontem mesmo olhando a minha filha de um ano e meio brincando, pensei na possibilidade de dar um irmão a ela, mas isso não é o meu desejo, não gostaria de ter outro filho, por vários fatores : preciso trabalhar o dia todo e queria dar tudo para ela : o gasto é grande: escola, plano de saúde, alimentação etc…esse lance de onde come um come dois não penso assim.
    Eu vou fazer 30 anos, eu não sei se vou mudar de ideia, mas acho muito difícil.

    Reply
  2. Anonymous
    05/02/2014 at 11:14 am (4 years ago)

    Rita, querida.

    Você sabe bem que passo por questões de certo modo parecidas, do tipo: ah! mas sem filhos ainda? Como se a nossa vida fosse pela metade pelos padrões alheios. A minha resposta é sempre parecida com a sua, a família é uma construção que cabe a cada um pensar e fazer o que acha melhor para si. Nas reuniões que passo no processo de adoção, a psicóloga sempre diz: não façam isso para querer ajudar uma criança, façam por querer muito um filho. Neste ponto que queria chegar. Só você e seu marido têm condições de darem a resposta para a pergunta: como será sua família? Com 2, 3 ou 1 filha linda. Que bom que a consciência está tranquila, de fato a maturidade nos dá isso, uma paz interior muito grande quando tomamos a decisão certa para nós. Sua família é linda demais. Admiro muito. Bjs. Julia

    Reply
    • rita
      06/02/2014 at 5:30 pm (4 years ago)

      JUlia querida,

      Eu sei que tu me entende, os sonhos sao tao grandes e as vezes os desafios sao igualmente grandes, mas como dissestes a maturidade nos ensina a aprender com as dificuldades e a enxergar a maternidade como ela deve ser. Sabia psicologa!

      Beijo grande e preciso do teu email para te escrever um email bem grandao e saber as novidades 🙂

      Reply
  3. Gustavo Corrêa
    05/02/2014 at 11:39 am (4 years ago)

    E eu apoiei (dentro do que me cabe) e apoio esta decisão. A tua família está completa e feliz, isso que importa!
    Não existe uma fórmula que gere crianças felizes e bem resolvidas. Isso depende da criação, educação (diferente de criação, vale dizer), personalidade, etc. O fato de ter irmãos ou não não é determinante para isso.
    Belo texto!

    Reply
    • rita
      06/02/2014 at 5:11 pm (4 years ago)

      Obrigada brother!
      Love you….mesmo tu nao sendo filho unico..haha

      Reply
  4. Ana
    05/02/2014 at 11:49 am (4 years ago)

    Planejamento familiar é uma decisão particular de cada família. Ninguém é obrigado a ter filhos, e muito menos a ter 2, 3 ou 4. O importante é ser responsável e criar da melhor maneira possível o(s) filho(s) que tiver, afinal de contas, estamos falando de novas vida, e cada uma delas tem valor imensurável.

    Reply
    • rita
      06/02/2014 at 1:37 am (4 years ago)

      Aninha,

      Exato, concordo 100% contigo.
      Beijinhos

      Reply
  5. Isabela
    05/02/2014 at 11:59 am (4 years ago)

    Rita,
    Agora com a volta da Nina às aulas consigo vir e comentar.
    Super te entendo Rita e super apoio…
    Bella é demais !!!
    beijos

    Reply
    • rita
      06/02/2014 at 1:37 am (4 years ago)

      Obrigada amiga

      Reply
  6. Greenqueen
    05/02/2014 at 3:13 pm (4 years ago)

    Sou filha única. Sou feliz, bem resolvida, tenho amigos (poucos mas bons) que são a minha família.
    Sempre adorei ser filha única. Brincava sozinha e com os outros e isso ajudou-me no meu trabalho. Sei trabalhar em equipa, mas sei fazer a minha parte, no meu cantinho sossegada.
    Saúde em 1º lugar. E a Bella (desculpe a confiança, mas sinto que já vos conheço um bocadinho) é uma menina fantástica! Parabéns aos pais.
    Beijinhos e muita força aqui de Portugal

    Reply
    • rita
      06/02/2014 at 1:37 am (4 years ago)

      Querida,

      Puxa, escrevendo de Portugal! Fico MUITOO feliz.
      Adoro os relatos de filhos unicos, e fico tao feliz de saber que tu fostes feliz, nao tivestes nenhum complexo ou se sentiu menos por nao ter irmaos. Eh destes relatos que eu preciso.
      Muitos beijos

      Reply
  7. Micha Descontrolada
    05/02/2014 at 5:10 pm (4 years ago)

    o q as pessoas gostam mesmo é de se meter na vida dos outros sem serem convocadas para tal. Tenho um sobrinho q é filho único (sobrinho único, neto único das duas famílias) e é ótimo. hj tá um rapazinho, com 15 anos, super educado, carinhoso, respeitoso, divertido, tem amigos, não é solitário..enfim, tdo de bom nas nossas vidas e dos q com ele convivem. Assim como sua filha é.
    Eu ainda não tenho filhos e existe uma pressão enorme. Qdo me perguntam eu falo: não quero ter filhos. e ponto final. dou logo o assunto por encerrado.
    eu amo crianças (sou prof.) e agora eu e meu marido decidimos juntos q chegou a hora de termos o nosso baby, mas as tentativas efetivas serão lá pro meio do ano, pois no final do ano termino um mestrado, se Deus assim permitir, e com certeza só teremos um filho. A não ser que Deus envie uma surpresa dupla…ou tripla (não, por favor!!!). Mas aí não depende de nós…
    Não se sinta culpada.
    As crianças seriam mais felizes se todos os pais tivessem essa consciencia e decidissem quantos filhos querem ter e podem dar carinho, amor, tempo, atenção, educação…pq o q mais tem é gente tendo 4, 5 quando não deveria ter nenhum.
    Ter é mole…planejar qtos ter, educar, amar, cuidar é q são elas. (seja por quais motivos for: médicos, tempo, financeiro…)

    Beijossssssss
    ┌──»ʍi૮ђα ツ

    Reply
    • rita
      06/02/2014 at 1:35 am (4 years ago)

      Micha querida,

      Menina, não é?
      Mas vejo que as vezes as pessoas nem querem se meter, ouvem filho ÚNICO e a primeira coisa que sai da boca é o comentario negativo, ja virou normal usar esta conotação negativa.
      Mas as coisas estao mudando, os filhos unicos estao se tornando mais comum nas familias do mundo todo, por uma serie de razoes.
      Dei risada com a surpresa tripla…HAHAHA….bate na madeira, 3 de uma vez só, só com muita oração e ajuda das avós para cuidar..hahaha

      beijinhos

      Reply
  8. Alyne Afonso
    05/02/2014 at 6:44 pm (4 years ago)

    Rita, assim como vc teve medo de escrever isso,e de tomar essa decisão eu tenho medo também de dizer (mas pra você eu digo) que às vezes, me pego pensando como seria se tivesse uma filha só, como nos meus planos originais. Eu sei que vc entende, como mãe, que amo muito as minhas filhas, do mesmo jeito, mas às vezes ter 3 filhas é tão penoso pra mim quanto pra elas. Depois que li essa matéria até faço campanha a favor de quem quer ter um só:http://www.istoe.com.br/reportagens/88719_DERRUBANDO+MITOS+DO+FILHO+UNICO+PARTE+1

    Reply
    • rita
      06/02/2014 at 1:33 am (4 years ago)

      Alyne amada,

      Eu entendo totalmente, nossos filhos sao sempre muito muito muito amados, mas todas as decisoes que fazemos na vida, sempre tem os dois lados….o que teria acontecido SE…

      Faz parte o questionamento.

      Vou ler este artigo.
      Beijinhos

      Reply
  9. Anonymous
    05/02/2014 at 7:06 pm (4 years ago)

    Oi Rita
    Amei o texto, incrivel a sua colocacao em relacao a sua decisao, cada vez mais penso q vc deveria escrever um livro, eu seria a primeira a compra-lo !!!!! Beijo
    Zelia Chociai

    Reply
    • rita
      06/02/2014 at 1:32 am (4 years ago)

      Zélia amada, tu me mata com esta historia de livro. ADOROOOO o teu incentivo, prometo te vender o primeiro exemplar se um dia escrever um, ok? Promessa é divida.
      Beijos enormes
      Rita

      Reply
  10. Mayaia
    05/02/2014 at 7:12 pm (4 years ago)

    Eu como uma jovem solteira, um dia penso em me casar e não pensei muito sobre a questão de maternidade, mas se for ter filhos, quero apenas ter um. Concordo com vc, Rita. Não acho que ter apenas um filho é algo egoísta e fico triste com essa imposição da sociedade de q vc PRECISA ter filhos, e quando vc tem, deve ter mais de um. Cada pessoa faz as suas escolhas de acordo com seu pensamento, sua vida! Eu leio muito seu blog e já aprendi muito sobre maternidade, dicas, informações interessantes… se eu for mãe um dia vou lembrar de cada uma delas. A Bellinha é uma princesa e é muito amada e especial! Beijos, obrigada por compartilhar esse texto tão bacana e que eu me identifiquei muito!

    Reply
    • rita
      06/02/2014 at 1:31 am (4 years ago)

      Oi Mayaia!

      Fico super duper feliz que tu possa tirar umas dicas minhas para o futuro quando tu fores mae. Adorei saber disso. Eu tambem aprendi com a minha mae e as minhas amigas, entao adoro saber que posso dividir as dicas boas e as coisas ruins com as amigas.

      Beijos mil
      Rita

      Reply
    • rita
      06/02/2014 at 1:30 am (4 years ago)

      Obrigada pai
      Beijo

      Reply
  11. Yasmin
    05/02/2014 at 10:07 pm (4 years ago)

    Oi Rita!
    Muito bonito seu texto. Achei muito interessante esse contraponto sobre a questão do filho único. Fui filha única durante 14 anos, e nem por isso era uma criança mimada ou birrenta. No meu caso, sou feliz em ter um irmão, mas esse não é um fator determinante para o quão feliz ou quão mimada uma pessoa será. Pais amorosos e sensatos como você,isso sim faz muiiiita diferença na vida de alguém. Parabéns pela coragem de escrever sobre uma decisão tão delicada e muitas felicidades para você, seu marido, Bella, Butters e o futuro gatinho que virá.Vocês são uma linda família! 🙂

    Reply
    • rita
      06/02/2014 at 1:30 am (4 years ago)

      Yasmin,
      Fico muito feliz de ouvir que tu tivestes esta experiencia de filha unica por tantos anos e que isso nao afetou a tua vida negativamente.
      Obrigada por compartilhar isso comigo.
      Beijinhos
      Rita

      Reply
  12. Ana .
    06/02/2014 at 2:13 am (4 years ago)

    Meu filho é único, tem 17 anos, é lindo, educado, todo mundo gosta dele, altruísta, até os 12 anos era a única criança da familia. Só quis ter um porque nao tinha condiçoes financeiras de ter mais, é melhor dar uma vida com qualidade para um, do que um vida meia-boca para vários, as avós sempre querem mais netos, mas eu fui sincera com elas, sem pressao.

    Reply
  13. Larissa ViviTodoDia
    06/02/2014 at 1:23 pm (4 years ago)

    Rita, que texto tao lindo. Olha, vc tem todo o direito de decidir o que quiser na sua vida, mesmo influenciando o seu marido e familia, pois quem vai carregar o nenem no ventre eh voce, quem deve decidir se quer ter outro filho eh vc. Se vc ja tem todo o direito do mundo mesmo se fosse por nada mesmo, imagina por questoes medicas! Nunca, jamais, duvide da decisao que vc tomou. Beijos =*

    Reply
  14. Jô Turquezza
    06/02/2014 at 3:05 pm (4 years ago)

    Oi Rita, eu PROGRAMEI ter um filho, só um. E sempre fomos todos felizes assim.
    E tem gente que diz: e agora? Seu filho único foi morar no exterior ………….
    Digo eu: e daí? Temos saudades, mas a vida é dele, eu apenas DEI À LUZ.
    Já sou avó, de uma netinha de 3 anos (e eles estão pensando em ficar só nessa).
    Cada um escolhe o que quer para ser feliz ……………..
    Parabéns por colocar sua decisão.
    Paz e luz.
    Beijos.

    Reply

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