Modelo Lizzie Miller

Cruzei com este texto do Arnaldo Jabor e tive que dividir com vocês.

Incrível como nós mulheres lutamos contra a balança e contra a idade a vida toda, somos extremamente exigentes (e imperdoáveis) com nós mesmas, quando na verdade os nossos maridos, namorados e afins gostam da gente do jeitinho que nós somos. Com uma “borda de catupiry” aqui, uma celulitezinha ali ou uma ruguinha acolá!

Concordo com o Jabor em número, gênero e grau!

“É melhor você ter uma mulher engraçada do que linda, que sempre te acompanha nas festas, adora uma cerveja, gosta de futebol, prefere andar de chinelo e vestidinho, ou então calça jeans desbotada e camiseta básica, faz academia quando dá, come carne, é simpática, não liga pra grana, só quer uma vida tranqüila e saudável, é desencanada e adora dar risada.

Do que ter uma mulher perfeitinha, que não curte nada, se veste feito um manequim de vitrine, nunca toma porre e só sabe contar até quinze, que é até onde chega a sequência de bíceps e tríceps.

Legal mesmo é mulher de verdade. E daí se ela tem celulite?

O senso de humor compensa. Pode ter uns quilinhos a mais, mas é uma ótima companheira. Pode até ser meio mal educada quando você larga a cueca no meio da sala, mas e daí?

Porque celulite, gordurinhas e desorganização têm solução. Mas ainda não criaram um remédio pra futilidade!”

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