Sunday, June 3, 2012

Cidadã Canadense!



Esqueci de contar para vocês que no dia 25 de março deste ano me tornei uma cidadã canadense!

Lembro de pensar logo que cheguei no Canadá e finalizei minha imigração: "Para quê me tornar uma cidadã canadense? Qual a finalidade de um processo de cidadania quando já havia ganho o direito de residência? Que bobagem gastar tempo e dinheiro com isso."

O quê oito anos e mais experiência não fazem com você!

Fui a minha cerimônia de cidadania segura de que iria me emocionar, pois o processo de fazer o teste de cidadia e conhecer melhor sua história amoleceu meu coração e estava certa, me emocionei demais durante a cerimônia, chorei do início ao fim, por duas horas seguidas. Sentei na primera fila da sala de cerimônias, bem na frente da juíza e conforme seu discurso tomava forma, tantas lembranças passavam pela minha cabeça e cada palavra dela tocava fundo no meu coração.

A decisão de deixar o seu país, a sua família, os seus amigos, a sua língua e tudo o que faz parte da sua cultura desde que você nasceu é muito difícil. Em momento algum da minha vida eu vi esta decisão como fácil e quando olho para trás tenho orgulho da minha coragem de deixar tudo para trás, a segurança da minha família, para apostar no desconhecido. Jamais duvidei da minha escolha nestes 8 anos de Canadá e a cada ano que passa respeito ainda mais este país que hoje tenho tanto orgulho em chamar de meu.

Hoje quando penso no Canadá e em todas as maravilhas que ele oferece, o que mais se sobressai é a compaixão que os canadenses tem com imigrantes, o respeito com que eles lidam com pessoas que deixam suas vidas para trás e vem para cá buscar novos sonhos. Há uma sensibilidade muito grande na maneira como o povo enxerga as diferenças, ou melhor, na maneira única como as diferenças se diluem aos olhos dos canadenses, você pode ser branco, negro ou amarelo, você pode usar burkas ou turbantes ou a roupa da moda, não importa, você será visto exatamente igual.

A parte mais emocionante do discurso da juíza foi quando, olhando nos olhos de uma família indiana sentada bem na sua frente, ela disse:

" Vocês hoje fazem parte de um dos poucos países mais democráticos e sensíveis do mundo, um país onde o seu voto realmente conta, um país em que você logo aprende que a discriminação não deve existir e não será alimentada por canadenses. Você pode pensar que não gosta do seu vizinho de outra cor pois não entende sua religião ou sua língua, e pode vir a ter preconceito, mas se você parar para pensar que se levar seu filho de madrugada para a emergência de um hospital e precisar do melhor atendimento médico disponível para tratá-lo, aquele médico pode não ser da sua cor, ou da sua religião e sua primeira língua pode não ser a sua, mas daí me pergunto: você terá preconceito contra uma pessoa que é a melhor na sua área? Terá preconceito contra o motorista de ônibus que recebe seus passageiros com um sorriso todos os dias? Terá preconceito contra o mecânico de aviões que garante a segurança do seu vôo?

Este é o nosso Canadá! Somos todos irmãos em busca de um mesmo sonho"

Ai como eu chorei, ai como eu ainda choro. Este país que respira educação, este país que protege suas crianças e seus idosos, onde todos tem saúde, que não discrima ninguém que vá procurar um emprego pela primeira vez, que protege sua natureza e seus animais com a dignidade que eles merecem.

Dia primeiro de julho será o meu primeiro dia comemorando o Dia do Canadá como uma cidadã canadense, e vocês podem ter certeza que este dia será muito festejado, muito comemorado por mim e pela minha pequena família canadense-brasileira. Sairemos para a rua como fazem os canadenses, vestindo vermelho e branco, de bandeirinha na mão para fazer um piquenique do jeitinho que os canadenses fazem. E estes momentos depois serão divididos com as minhas queridas amigas de blog, podem ter certeza.

Aqui uma retrospectiva dos meus 8 anos de Canadá, na voz da brilhante cantora canadense, Joni Mitchell.


Saturday, June 2, 2012

Tênis de glitter e luzinhas

Acho tão interessante como eu não sou consumista para mim, nunca fui, mas hoje eu tenho o maior prazer em comprar coisinhas fofas para a Bella, adoro que ela anda toda bonitinha por aí. Hoje fui ao shopping procurar o presente de aniversário do meu marido e vi esta fuforice em uma loja.

Olhei, saí, voltei, olhei de novo, saí, voltei e levei!

Só fiquei imaginando a carinha dela olhando para os cristais do tênis e as luzinhas piscando. Sim, por quê até luzinha têm, só falta levantar vôo.

Uma gracinha, ela amou, abriu a caixa e disse : "Wow, beautiful"

Os tênis da Sketchers são bem transados e no mesmo estilo do All Star-Converse, portanto bonitos para criança de qualquer idade.

Para as meninas canadenses, em torno de CN$ 40 e como aqui tudo parece estar em promoção todos os meses, paguei CN$ 30.

 A marca não vende para o exterior no website, mas sei que algumas lojas brasileiras vendem os tênizinhos Sketchers.

...

Lembro de estar grávida e pensar o tempo todo: "Como será que o meu bebê se parecerá?"
Pensava, pensava, pensava e não conseguia imaginar o seu rosto.
Hoje vejo que ela  se parece ainda mais perfeita do que qualquer um dos meus sonhos.

Friday, June 1, 2012

Mimo do dia


Aguenta coração!

Pode isso?
Vou piscar para ver se é de verdade.
Porquinho de morango.

Sim, são de verdade.

Chamados de micro, mini, teacup ou Pigmy, estes mini porquinhos são criados na fazenda inglesa Pennywell Farm

Demais para a minha pessoa.

Thursday, May 31, 2012

Pequenas felicidades

  • Bella curtindo CD de músicas infantis no carro. Uma graça, olho pelo espelho retrovisor e ela esta concentradíssima ouvindo, daqui a pouco abre um sorriso pois vejo que reconheceu a música. 

    • Bella pedir abraço (hug Mami) e beijo assim do nada. Super carinhosa e querida. Tudo o que ela tem de arteira e tinhosa ela tem de querida e simpática.
    •  Nunca pensei que fosse dizer isso, mas esta semana agradeci os dias de chuva. Poderia ter agradecido mais se tivesse chovido BEM NA HORA das nossas caminhadas de manhã com os alunos, pois se não chove nós caminhamos com eles para passearem, mas estava torcendo por uma chuvinha para ter mais tempo de ficar na escola e comecar os projetinhos do Dia dos Pais, que aqui no Canada é dia 17 de junho. Já escolhi o tema do cartão e o presente, prometo dividir aqui no blog depois de tudo pronto.
    • Bella ter ganho um presente-herança da minha colega de trabalho. Quem não gosta de ganhar umas roupinhas das filhas das amigas? Eu amo e como nunca acontece, já que só conhecemos amiguinhas mais novas, portanto somos nós que doamos roupinhas, desta vez eu amei demais. Vejam o mimo do ponchinho herdado pela Bella. Estava toda-toda hoje com seu poncho da Branca de Neve.

      •  Não me canso de dizer que amo o meu bairro. Não sei o que é, mas todos os dias quando eu subo a montanha de carro para trabalhar e vejo a montanha, a cerração no topo dela, os pinheiros altos, eu fico enbevecida com a paisagem. Parece coisa de vidas passadas mesmo, uma sensação muito familiar.
      Vista do meu bairro. Fonte Google
      •  Caminhar com as crianças e ver estas ruas lindas e arborizadas. Coisa de filme que virou minha realidade.

      •  Esta coisa gorda e gostosa ter virado celebridade do dia para noite (HAHAHAHAHAHA). Este cachorro é amado demais, somos muito corujas com ele.
      •  Picnic com nossos amigos Laurenn e Miguelito! Estamos felizes demais de ter feito novos amigos e de podermos desbravar a nossa nova cidade na companhia deles! E depois do picnic um passeio pelo Canada Place para ver os cruzeiros e a movitação dos turistas.
      •   Revista nova! Ai como eu amo receber novos exemplares de revistas que eu amo. Hoje eu assino Canadian Living, Today's Parents, Oprah e compro de vez em quando a Time dependendo do assunto da semana.




        Wednesday, May 30, 2012

        Coisas que você não sabe sobre pais de crianças especiais


        Fui levemente advertida pelo meu conselheiro de assuntos bloguísticos, leia-se meu irmão Gus Bahu, que não deveria escrever tão seguidamente sobre prematuridade de forma pesada, o que concordo totalmente, pois aos olhos de quem não está vivendo aquilo, ou quem não viveu situação semelhante, o conteúdo de posts assim parece muito down, mas vou me dar ao direito de escrever estes assuntos "down" vez que outra, quando valer a pena....tá Gugu? (hihihi, ele vai ficar indignado que eu contei isso, mas ele tem razão e por isso é o conselheiro do blog).

        Lendo um blog que leio há anos (acho que desde 2005) de uma mãe americana que não podia ter filhos e estava na batalha com tratamentos para engravidar, e acabou adotando 3 filhotes para só então ter o seu tão esperado bebê biológico, que nasceu prematuro e teve diversos problemas de saúde, com algumas sequelas, cruzei com um trecho extraído de uma leitura que esta mãe fez sobre outra mãe de criança com necessidades especiais. Um texto muito emocionante e honesto, que expressa de forma exemplar como uma mãe de filho com necessidades especiais se sente.

        Vejam bem, eu estou incluindo aqui os bebês prematuros extremos que como a Bella, passaram meses a fio vivendo em uma UTI enfrentando uma série de problemas de saúde que necessitavam de cuidados especiais 24 horas por dia. Embora a tragetória de muitos prematurinhos seja de "vitória", ao menos no que se refere a superar certos obstáculos de saúde, pais e mães que vivem este delicado momento dentro de uma UTI podem se identificar como pais de crianças "especiais", pois naquela situação seus filhos eram tratados com medidas extremas.

        A autora comenta que não gosta de conversar sobre seus sentimentos como "mãe especial", acho que exatamente por ser um assunto pesado, mas que resolveu listar alguns pontos que ninguém sabe sobre uma mãe especial, de uma vez por todas, com a esperança de que outras mães não se sintam sozinhas lidando com estes sentimentos.

        Não preciso dizer que quase desidratei lendo o seu texto, a cada ponto uma nova lágrima por lembrar os sentimentos que eu tive na época e nunca tinha conseguido elaborá-los como ela conseguiu. Uma pena que quando Bella nasceu eu não conhecia UM blog sobre prematuridade, enfrentei 138 dias de UTI sozinha, literalmente.

        Que este texto encontre outras mães de crianças com necessidades especiais quando elas mais precisem, e se você conhecer uma, por favor envie este post para ela:

        (os pontos são da autora, os comentários são meus, da minha vivência como mãe "especial" naquela época)

        • Eu estou cansada.

        Passar por um parto, seja cesárea ou normal, e ter que seguir dentro de um hospital por 138 dias, 12 horas por dia, nunca sabendo quando seu bebê receberá alta, foi a maior provação que eu já tive que passar. Acordar às 6 da manhã para estar no hospital às 7 para não perder o "rounds" do seu bebê e ir para casa às 7 da noite, dando aquele boa noite doído tendo que deixar seu filho sozinho no hospital acaba com qualquer um, psicologicamente e fisicamente. Em 2 semanas de UTI eu já tinha perdido mais de 10 quilos, sendo que só tinha engordado 7 na gravidez (até o sexto mês de gravidez, quando ela nasceu). Parentes e amigos aconselhavam-me a dormir mais, descansar mais, cuidar mais de mim para poder cuidar da Bella, mas o cansaço fisico até que podia ser remediado chegando em casa às 8 e dormindo às 8:30 da noite, mas ser mãe de um filho especial faz com que você carregue um cansaço psicológico e emocional que não parece ser possível de cuidar. Você acorda e vai dormir com aquela preocupação constante, com medo do telefone tocar de madrugada, com medo de acordar na manhã seguinte e não saber o que acontecerá naquele dia. E mães de criancas especiais tem este constante cansaço dia apóos dia, não por um tempo determinado como mães prematuras.

        O cansaço é sem dúvida o maior obstáculo que uma mãe especial ou prematura tem que lidar e possivelmente o mais difícil de ser direcionado.


        • Eu tenho inveja.
        Este sentimento é o mais complicado de se expor pois ninguém entenderá o seu sentimento, a não ser quem já tenha passado por isso. E eu gostaria de frisar que este sentimento existe em duas formas: mais agudo, logo após o nascimento prematuro, e mais brando, anos depois do mesmo.

        Que mãe sonhou para si andar de ambulância antes do parto, ter que ouvir sobre porcentagem de sobrevivência de um feto de 6 meses e não poder ouvir seu bebê chorar depois de nascer? Nenhuma, por motivos óbvios, portanto cria-se dentro de si um sentimento muito esquisito de ciúmes, de inveja, para com mães que curtiram sua gravidez sadia de 9 meses e bateram as famosas fotos cheias de sorrisos da porta da maternidade.


        Por que, justo eu, de tantas mulheres mundo afora, tive que passar por tudo isso?
        Eu que não fumei, que não bebi, que so comi alimentos saudáveis, que curti como ninguém cada segundo daquela gravidez?
        Pois é, não há respostas para estes por quês, e isso faz com que este sentimento chato de inveja cresça. Não de maneira negativa demais, que atrapalhe sua vida, mas que deixa aquela pontinha de inveja latejando de vez em quando.

        Lembro uma noite em que vimos uma das enfermeiras da Bella, que estava grávida e depois ganhou bebê enquanto Bella AINDA estava no hospital, esperando o elevador. Reconhecemos ela de longe e vimos pelo tanto de rosa que era uma menininha sentada no bebê conforto, saindo da porta da maternidade, e aquela enfermeira, aquela mãe, que sabia como ninguém o que passamos com a Bella, nos olhou com compaixão e disse:

        " A vez de vocês tambem chegará, eu prometo."

        Muito triste, me dói ate hoje, só de lembrar.
        E como não sentir inveja?
         

        • Eu me sinto sozinha.
        O motivo pelo qual eu chorei tanto ao ler estes pontos foi porque a soma deles resultam neste sentimento de solidão que só uma mãe" especial" consegue sentir de maneira tão específica. Você tem o apoio do marido, você tem o apoio incondicional da sua família, você têm ligações e emails carinhosos dos amigos, voce tem todo o suporte que precisaria para vencer esta batalha sem grandes traumas, mas voce se sentea sozinha todos os dias, o dia todo, da hora de acordar até a hora de dormir.

        Por quê?

        Por quê você está cansada, por quê você tem saudade do sonho que era para ser e não foi, por que você tem inveja do que outros tem (ou não tiveram), por quê você sabe que os próximos dias serão tomados por exames e termos médicos. Não existirá ninguém no mundo que na sua cabeça, entenda exatamente o quão dificil tudo aquilo é.



        • Eu sou humana.
        Este ponto escrito pela autora parece similar ao cansaco e solidão, mas entendo o que ela quer dizer. No meio daquele turbilhão de emoções, de alegrias, de tristezas e de dúvidas, você às vezes sente o terrível sentimento de "gostaria de ter minha vida de volta", o que dói demais no seu coração pois você olha para frente e vê a sua vida dentro de uma incubadora, ligada a inúmeros fios, ou vê seu filhote tendo que lidar com dificuldades que ele não deveria ter que lidar.

        E aí? Como lidar com este sentimento?
        Não faço a menor idéia, este é pior do que a inveja, pois este sim coloca à prova o seu amor de mãe, e pensando mais profundamente sobre o assunto, acredito que ele esteja ligado a distãncia que existe logo que o bebê nasce (no caso da prematuridade). Você não o toca, ele não pertence a voce, ele pertence aos médicos que são responsáveis por sua saúde e segurança, e ao ver-se tão inútil naquela situação, você pensa:  Por que passo 12 horas aqui dentro?".


        • Quero falar sobre o meu filho... não quero falar sobre o meu filho.
        Esta autora é o máximo, conseguiu unir em uma pequena lista todos os pontos importantes de uma mãe "especial". Hoje eu tenho o maior prazer em falar sobre a tragetória da Bella, inclusive sobre os piores dias e  diagnósticos, pois cada um deles faz a sua vitória ainda maior, mas no olho do furacão você não quer falar não. Não falei muita coisa para meus pais, não falei muito para os amigos, ninguém entenderia, então para que falar? Na época atualizava meu blog familar todos os dias, mas somente com as boas notícias e um pouquinho das ruins, e ainda assim filtradas.

        É a vida da mãe especial, se manter forte para seu filho mas com o coração partido por dentro.

        Que este post gigante encontre alguns corações partidos de mães especiais e que elas não se sintam sozinhas, por há muitas outras delas passando por isso.

        Tuesday, May 29, 2012

        "Não critique meu estilo de criação"

        Modern Family
        Já comentei aqui no Botõezinhos que o seriado "Modern Family" é um dos meus prediletos. Composto por 3 famílias, cada uma com tiradas muito engraçadas e verdadeiras sobre como criamos nossos filhos atualmente. No penúltimo episódio, Cam diz a sua cunhada Claire que está tentando não usar a palavra não com Lily, que teima em brincar de ligar e desligar a luz, e quando Claire diz não à menina, ele a repreende dizendo que estão adotando uma nova tática, tentando redirecioná-la para outra atividade ao invés de dizerem não o tempo todo. Claire não concorda com o novo estilo de criação de Cam e faz caras, bocas e olhos brancos para ele.

        Cam então dispara para seu companheiro Mitch: "Claire critica o modo como crio a minha filha". Tudo num tom engraçado como é próprio da série.

        Fiquei pensando, quanta verdade Cam!

        Com a nossa vida estampada nas mídias sociais atualmente, deixamos exposto nosso modo de pensar e criar nossos filhos, e tanta liberdade de expressão têm um preço: o julgamento dos outros.

        Verdade ou não?

        Das duas uma, ou limitamos as informaçõees que divulgamos na internet, ou apertamos o cinto e lidamos com os comentários e julgamentos, e por lidar eu digo ignorar, afinal, transformar mídia social em baixaria não leva a lugar algum.

        Nós mães atuais temos acesso ilimitado a todo tipo de informação referente à crianças, alimentação, educação, diversão e por aí vai, o que não acontecia na época de nossas mães, por exemplo. Parece que antigamente as mães conversavam sobre.....tchan, tchan, tchan....pasmem: a vida! Como está o trabalho, a casa e a família, nunca sobre qual mamadeira tem nível de PBA apropriado, que teoria ela segue sobre deixar o bebê chorar no berço (ou não) ou como tal roupinha é mais fashion que a outra. Antes se era mãe, hoje se é mãe-enciclopédia, todas nós sofremos da síndrome de "mamãe-sabe-tudo", o que muitas vezes deixa nosso filtro meio de lado, e acabamos julgando outras mães e pais na sua tarefa mais importante e difícil, a de criar seus filhos. Não é fácil, quem têm filho sabe, nós erramos tentando acertar, sempre.

        Hora de começarmos a ser menos "Claire" e a enxergar outros pais com mais compaixão.
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